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Exame de Brucelose Bovina - AAT

BRUCELOSE - REALIZADA PELO MÉDICO VETERINÁRIO GUSTAVO PUIA BORGES EM DEPENDÊNCIA PRÓPRIA.

Doença infecto-contagiosa, causada por bactérias do gênero Brucella. É uma zoonose, ou seja, pode infectar o homem. Acarreta prejuízos econômicos vultosos e graves problemas sanitários. Nos animais causa: aborto, nascimentos prematuros, esterilidade e baixa produção de leite. No homem pode causar incapacidade parcial ou total para o trabalho.

A brucelose está disseminada por todo o Brasil, com maior ou menor prevalência dependendo da região.

Prejuízos econômicos: diretos devido à ocorrência de abortos (em torno do sétimo mês de gestação), baixos índices reprodutivos, aumento do intervalo entre partos, diminuição da produção de leite, morte de bezerros, interrupção de linhagens genéticas (estima-se que possa ser atribuída à doença, redução de 15% na produção de bezerros e 25% na produção de leite e carne e que a cada 5 vacas infectadas, 1 aborta ou torna-se permanentemente estéril) e indiretos relativos a ocorrência da doença no homem.

A bactéria é eliminada através dos fluídos e anexos fetais liberados no parto ou abortamento e durante todo o puerpério, pelo sêmen e leite que contaminam pastagens, água, alimentos e fômites. As bactérias permanecem viáveis no ambiente por longos períodos, o que aumenta a probabilidade de um outro animal entrar em contato com o agente e se infectar.

O agente entra em contato com o animal através do trato digestivo, através da ingestão de água e alimentos contaminados ou pelo hábito de lamber crias recém-nascidas. A vaca pode ficar doente apenas cheirando fetos abortados, nesse caso a bactéria penetra pela mucosa ocular e nasal.

A transmissão pela monta natural não possui grande importância mas, inseminação artificial representa importante meio de contaminação - touros de centrais de coleta de sêmen não apresentam esse risco, porém doses de sêmen congeladas na propriedade e oriundas de animais não controlados, sim.

Fêmeas nascidas de vacas brucélicas podem se infectar no útero, durante ou logo após o parto. Nos machos ocorre orquite (inflamação do testículo) uni ou bilateral, transitória ou permanente, com aumento ou diminuição do volume dos testículos. Os testículos podem ainda apresentar-se amolecidos e cheios de pus. Eqüinos infectados apresentam lesões articulares abertas (Mal da Cernelha).

Vacinação: em fêmeas bovinas entre 3 e 8 meses de idade.

Exame:

AAT (Antígeno Acidificado Tamponado) é o teste de triagem do rebanho.

2-Mercaptoetanol é o teste confirmatório.

Controle da Doença é feito com vacinação massal das fêmeas associada ao diagnóstico e sacrifício dos positivos; a utilização de piquetes maternidade é uma iniciativa simples e que reduz a quantidade de bactérias vivas no ambiente, diminuindo assim a dose de desafio, o que vai aumentar os índices de proteção da vacina e reduzir as chances da bactéria infectar um novo susceptível.

Doença no Homem: De difícil diagnóstico, com sintomas inespecíficos. O maior risco de contaminação ocorre quando da ingestão de leite cru ou produtos lácteos (queijo, iogurte, creme, manteiga) não submetidos a tratamento térmico oriundos de animais infectados. A carne crua também representa risco para a saúde. A vacina é patogênica para o homem.

Principais sintomas são: febre, cefaléia, calafrios, prostração, sudorese noturna, dores musculares e articulares. Nas formas agudas pode ocorrer toxemia. Tratamento é feito com antibióticos durante 6 semanas.

 

 

  • EXAME DE AAT

 

  • TESTE RÁPIDO, ENTREGA DE LAUDOS COMBINADA ENTRE O VETERINÉRIO RESPONSÁVEL E O REQUISITANTE.

 

  • VETERINÁRIO REQUISITANTE DEVE SER CADASTRADO NO PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE E ERRADICAÇÃO DE BRUCELOSE E TUBERCULOSE - PNCEBT.

 

  • AMOSTRAS ACONDICIONADAS EM GELO.

 

  • EXAME EXIGIDO PARA LEILÕES E EXPOSIÇÕES (ANIMAIS DESTINADOS À REPRODUÇÃO) ALÉM DE TRÂNSITO INTERESTADUAL.

 

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